03 agosto, 2017

O MEU POEMA «PÉTALAS DE SOL» NO JORNAL «TRIBUNA LIBERAL» DE SUMARÉ

O meu poema «Pétalas de Sol»
publicado hoje na secção Literatura/Poesia/Arte
do «Tribuna Liberal», jornal diário de Sumaré (Brasil).


Edição Nº 7244
Quinta, 03 Agosto 2017


Link directo da edição:

Página do Jornal:



10 julho, 2017

A PRIMAVERA DOS SORRISOS - 36 AUTORES SELECCIONADOS


A PRIMAVERA DOS SORRISOS
Antologia em Prosa e Poesia
Organização Isidro Sousa
Colecção Sui Generis


Foram seleccionados textos (em prosa e poesia) de 35 Autores Lusófonos para integrarem «A Primavera dos Sorrisos», uma antologia em prosa e poesia integrada na Colecção Sui Generis, que será brevemente publicada com a chancela Euedito. Além de assumir as funções de Organizador e Coordenador, Isidro Sousa contribui também com um texto assinado por si – o que perfaz um total de 36 Autores desta obra colectiva. Todos os Autores estão de parabéns! Agradecemos as vossas participações e o voto de confiança que depositaram em mais uma Antologia Sui Generis.   
  

Eis a lista (por ordem alfabética) dos Autores seleccionados:


Adriano Ferris
Amélia M. Henriques
Ana Campos
Ana Isabel Bertão
Angelina Violante
Armando Velho
Catalão Marçal
Cristina Sequeira
Deise Zandoná Flores
Diamantino Bártolo
Elizabeth Seixo
Erald Bast
Estêvão de Sousa
Fernanda Kruz
Geovany Barnabé da Silva
Guadalupe Navarro
Inês Carolina Rilho
Isabel Bastos Nunes
Isabel Martins
Isidro Sousa
Isilda Monteiro
Jeracina Gonçalves
José Antônio Loyola Fogueira
José Carlos Moutinho
Lucinda Maria
Manuel Timóteo de Matos
Maria Alcina Adriano
Marizeth Maria Pereira
Nardélio F. Luz
Natália Vale
Paulo Galheto Miguel
Rosa Marques
Sara Timóteo
Sónia Fernandes
Tânia Tonelli
Teresa Morais


Agradecemos que verifiquem se todos os nomes (ou pseudónimos) estão correctos. São estes os nomes que assinam os textos e os mesmos serão incluídos na contracapa da obra. Caso haja alguma incorrecção, comuniquem-nos com brevidade – por email – para que possamos proceder às rectificações necessárias.



EDIÇÕES SUI GENERIS
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SG MAG | REVISTA LITERÁRIA
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04 julho, 2017

AMARGO AMARGAR - PREFÁCIO DE SUZETE FRAGA

   
PREFÁCIO
  

O gosto pela escrita levou-me a conhecer pessoas fantásticas no meio literário, uma dessas pessoas é o meu caro amigo Isidro Sousa. A simpatia e o seu espírito de entreajuda cativaram-me logo. Com o tempo, fui-lhe detetando outras qualidades como a lealdade, humildade, perseverança, persistência e uma dose de perfecionismo que, garanto, roça a obsessão extrema, coisa rara de se encontrar, e, verdade se diga, muito tem contribuído para enriquecer a minha (modesta) bagagem de conhecimentos.
Quando me endereçou o convite para fazer o prefácio do seu primeiro livro fui acometida por um sentimento de orgulho e felicidade tal que nem pensei duas vezes para aceitar semelhante honra e privilégio. A vaidade que se apossou de mim ofuscou, momentaneamente, a grande responsabilidade que me recaía sobre os ombros. Depois, quando desci à Terra, o pânico apoderou-se dos meus dedos. Porque as minhas capacidades estão muito aquém de produzir o prefácio que o Isidro merece.
Prefaciar «Amargo Amargar» é, portanto, uma tarefa hercúlea que me deixa estarrecida e petrificada. Da sua leitura já não posso dizer o mesmo... foi um deleite para a vista e para a alma! Fui abalroada com um cuidado extremo na escolha das palavras, um vocabulário rico e diversificado, enredos alucinantes e um incansável trabalho de pesquisa. Como se não bastasse, com esta obra o autor proporciona ao leitor ingressos para cenários distintos, descritos com uma mestria capaz de atordoar o maior descrente.
Ao ler «A Angústia de Manuela» e «O Casamento de Eulália» tem como destino um plano de ação ambientado no início do século XX, convertendo-se, indubitavelmente, num intruso viciado nos usos e costumes da época, nos palacetes, bailes, casamentos e até nos momentos políticos mais conturbados da nossa História, muito bem corroborados com referências ao Regicídio e às revoltas entre monárquicos e republicanos.
Para os restantes contos o autor recorreu à memória dos seus tempos de meninice e adolescência. Muitos plantaram e arrancaram batatas, ceifaram feno e centeio, colheram e desfolharam milho, cavaram terra, enterraram os pés descalços na água enquanto regavam hortas, batatais e morangais, muitos guardaram cabras e ovelhas nas encostas serris, como o Isidro, mas poucos descrevem a beleza bucólica de forma tão sentida e avassaladora. As narrações pormenorizadas fazem acreditar numa Serra Mourisca verídica e querer visitar as suas imediações: Vila Rica, o Rio Luzio, a Quinta do Mocho, a Igreja Matriz de Vila Rica ou o Parque Arqueológico da Mourisca.
Deus não é ciumento, pois não?” é uma questão que surge em «O Dilema de Beatriz». Ela, uma rocha lapidada na forja madrasta da vida, “sentiu vontade de vomitar o seu infortúnio numa raiva incontrolada...” porque “Até as rochas mais duras agradecem a suave carícia do mar.” Relatos quase fotográficos dão a conhecer o plano arquitetónico da Igreja Matriz de Vila Rica. É neste cenário religioso que: “Um longo silêncio tumular imperava na sua mente absorta em pensamentos que se emaranhavam entre o bem e o mal...
E se com estes excertos a curiosidade já fervilha freneticamente, espere para ler as peripécias em que a pobre viúva Matilde andou metida em «O Susto de Matilde». Mas, antes disso, assista ao romance que tem tanto de arrebatador como de surpreendente. Imperdível o final de João Carlos que “Desfrutou de todas, mas não amou uma única, e nenhuma decerto o amou...” Terá o sentimento que Celina nutria por este jovem aspirante a médico outro nome que não amor? E será mesmo verdade que este jovem não amou uma única mulher? Descubra a resposta em «A Emoção de Celina».
Por esta altura, o coração palpitará, sem dúvida, descompassado com tantas emoções, mas terá de manter-se forte para descobrir o fado de Matias. O cenário agridoce, vou chamar-lhe assim, mexe com o espírito de quem vivencia esta história apaixonante entre Helena e Matias. Inicialmente, reina o silêncio sepulcral, típico dos cemitérios, apenas interrompido pelo piar duma coruja. Depois, com o desenrolar da trama, a morbidez tumular vai desaparecendo para dar lugar a ambientes idílicos e refrescantes. É este conto «Os Olhos de Helena» que o vai fazer implorar por um feitiço que transforme a ficção em realidade, tal é o utopismo empregue.
Poderia romper o teclado com infinitas apreciações sobre este «Amargo Amargar». Ou deixar no ar mais pistas sobre os enredos de «A Angústia de Manuela» ou «O Casamento de Eulália» (distinguido com o segundo prémio no 5º Concurso Literário da Papel D’Arroz), no entanto, esta é uma leitura que peca por tardia; não me parece justo privar os leitores desta obra maravilhosa com mais delongas.
Para finalizar, só uma curiosidade: dou este prefácio por concluído exatamente à mesma hora em que Portugal é aclamado campeão europeu. Se isto não é um bom prenúncio não sei o que o será. Em ambos os casos, foi uma luta incansável contra ventos e marés. Venceu quem mais lutou e deixou tudo em campo. Também no caso do Isidro Sousa o único desfecho possível só pode ser o sucesso. Estou certa de que esta será a primeira de muitas vitórias. Eu serei das primeiras na fila para o desejado autógrafo. Parabéns, Isidro!

Suzete Fraga



  



03 julho, 2017

SEXTA-FEIRA 13 - PREFÁCIO



PREFÁCIO


Compreendem-se, há muito tempo, certos dias como sendo impregnados de algum tipo de infortúnio ou má sorte. O encontro da sexta-feira com o dia 13 é repleto de lendas e crendices que deixam os mais supersticiosos de cabelos em pé. Sexta-feira 13 não é um dia propriamente admirado; só nos EUA, estima-se que entre 17 e 21 milhões de pessoas o temem ao ponto de isso ser classificado, oficialmente, como fobia. Associa-se tanto a sexta-feira quanto (separadamente) o número 13 ao azar. O que faz, então, a sexta-feira 13 ser considerada um dia do mal?
Muitos acreditam que as conotações obscuras da sexta-feira nascem no Cristianismo. A tradição cristã assume que Jesus Cristo foi crucificado numa sexta-feira, estudiosos da Bíblia crêem que Eva ofereceu a maçã do pecado a Adão ao sexto dia da semana, Caim terá morto Abel numa sexta-feira e o Templo de Salomão terá sido destruído também nesse dia. Outros defendem que a má fama da sexta-feira antecede o Cristianismo, já que a palavra Friday, em inglês, foi escolhida em homenagem a Frigga, deusa nórdica do amor, da beleza, da sabedoria e da fertilidade. Acredita-se que povos teutónicos consideravam a sexta-feira azarenta para casamentos, em parte devido à bela deusa que dá nome ao dia da semana.
Por sua vez, em redor do número 13 existem sombras e desconfianças enraizadas em várias culturas e diversas possibilidades para explicar a sua origem, sendo a mais popular também decorrente do Cristianismo. É considerado de extrema má sorte ter 13 pessoas sentadas a uma mesa para jantar, porque Judas, o traidor, era a 13ª pessoa na Última Ceia, e o capítulo 13 do Apocalipse assume que o número da Besta é o 666. A Cabala, um ramo do esoterismo com ligações ao Judaísmo, enumera 13 espíritos malignos e os hindus acreditam, de igual modo, não ser bom reunir 13 pessoas para qualquer finalidade. No Norte da Europa, os vikings dos tempos antigos contam algo similar. Segundo a mitologia nórdica, doze deuses festejavam no salão de banquetes no Valhala quando Loki, deus da discórdia, apareceu sem ter sido convidado (algumas escrituras referem-no como o 13º convidado) e fez que Hod matasse o bom Balder com uma lança de visco, deixando todos em luto. Este é outro exemplo que demonstra não ser boa ideia reunir 13 pessoas para jantar...
O que fez religiões distintas adoptarem uma tradição tão semelhante de demonizar o número 13? Há quem defenda que este número foi denegrido, de propósito, pelos fundadores das religiões patriarcais, para erradicar a influência de Frigga. Em culturas que adoravam deusas, era muitas vezes reverenciado, pois representava o número de ciclos lunares e menstruais que ocorrem anualmente. Os defensores desta teoria acreditam que tornou-se um número suspeito à medida que o calendário solar de doze meses suplantava o calendário lunar de treze meses.
Porém, nem todas as civilizações do mundo antigo temiam o 13. Para os egípcios, por exemplo, a vida era uma jornada espiritual que se desdobrava em etapas; eles acreditavam que doze desses estágios ocorrem nesta vida, enquanto o décimo terceiro é uma ascensão transformadora e feliz para uma gloriosa vida eterna após a morte. Portanto, o número 13 representava a morte para os egípcios, mas não a decadência e o medo.
Sem dúvida que este número está associado a uma série de lendas, mitos, curiosidades e superstições, e se conjugado com o dia de azar da semana (sexta-feira) tem-se, pela tradição, o mais desditoso dos dias. Mas onde está a origem do azar supremo que é juntar a sexta-feira ao número 13? Quando se uniram como um símbolo de má sorte para aterrorizar as massas? Há quem aponte para o último dia do reinado de Haroldo II da Inglaterra (sexta-feira, 13 de Outubro de 1066), em que Guilherme II da Normandia lhe deu a oportunidade de renunciar à coroa; como ele recusou, no dia seguinte tomou-a à força, na Batalha de Hastings, causando a morte de Haroldo. Esta é uma ideia moderna para explicar a origem do mito, sem base em qualquer história documentada. Mas outra versão, um evento de má memória relacionado com a prisão dos Templários, parece reunir maior consenso. No dia 13 de Outubro de 1307, o rei Filipe IV de França declarou ilegal a Ordem dos Cavaleiros Templários e executou alguns dos seus membros, que conheceram, desse modo, um fim sangrento após terem protegido o Reino de Jerusalém durante 189 anos.
Dois séculos antes... tempos difíceis para os cristãos! Quem ia a Jerusalém, para rezar no berço do Cristianismo, era atacado pelos muçulmanos. Os cristãos careciam de protecção e um fidalgo francês decidiu criar, em 1118, uma organização de “anjos da guarda” para os peregrinos; Hugo de Payens juntou-se a oito cavaleiros e, com o aval do rei Balduíno II de Jerusalém, fez nascer a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, que ganhou isenções e privilégios, dentre os quais o direito de o seu líder se comunicar directamente com o Papa. A Ordem tornou-se uma das favoritas da caridade em toda a Cristandade e cresceu rapidamente, tanto em membros quanto em poder. Os seus membros, conhecidos por Cavaleiros Templários, estavam entre as mais qualificadas unidades de combate nas Cruzadas e os membros não-combatentes geriam uma vasta infraestrutura económica, inovando em técnicas financeiras que constituíam o embrião de um sistema bancário e erguendo imensas fortificações por toda a Europa e na Terra Santa.
Quem entrava na Ordem dos Templários fazia um voto de pobreza e castidade, entregando todos os seus bens à organização, que conquistou, durante dois séculos, um poder financeiro imensurável. Os Cavaleiros Templários eram vistos com grande prestígio na Europa, ganharam cada vez mais fiéis e a sua filosofia tinha de ser digna dos princípios cristãos. Mas um monarca francês, Filipe IV, O Belo, viu pouca pureza debaixo dos fatos brancos com a cruz de Cristo vermelha ao peito e armou-lhes uma cilada numa madrugada de Outubro de 1307. Era sexta-feira, dia 13.
Filipe IV não gostava do poder que os Templários acumularam. A magnificência deles era tal que só o Papa, na época Clemente V, poderia ter mão sobre a Ordem. Por isso, tentou convencê-lo a acusar os Cavaleiros de crimes de heresia, mas a aliança do Papa com os Templários era útil para manter uma presença militar bem vincada na Palestina. Então, o rei planeou acusá-los de terem relações homossexuais entre si, o que era deveras humilhante no século XIV. Os motivos não eram verdadeiros nem tinham qualquer fundamento, mas a perseguição impunha-se por razões económicas: o rei necessitava da fortuna dos Templários. A Ordem era demasiado abastada para continuar a ser agiota da coroa francesa e de outras nações europeias e Filipe IV sabia que, com o poder e prestígio que os Cavaleiros haviam conquistado, só a morte os arruinaria.
Convencer Clemente V a colaborar na perseguição não foi fácil pois ele precisava do apoio militar dos Templários na Palestina. E quando o grão-mestre Jacques de Molay chumbou o projecto para fundir todas as ordens militares, de modo a que ficassem sob o poder de um rei, o Papa não viu motivos para aliar-se a Filipe IV. Mas não foi capaz de travar o plano do monarca porque os boatos sobre os Templários começavam já a denegrir a imagem da própria Igreja; se continuasse a defender a Ordem, o bom nome da Igreja Católica seria, também, arrastado pela lama.
A gota de água, para o soberano, foi quando Jacques de Molay, último grão-mestre da Ordem dos Templários, solicitou ao Papa que averiguasse a razão dos boatos sobre os Templários e pediu um documento oficial que lhes pusesse termo. Clemente V acedeu, porém, informou o rei. Este bateu punho e enviou uma carta a todo o reino com instruções para que só fosse aberta na noite de 12 de Outubro.
Na noite marcada, Jacques de Molay e a maior parte dos Templários foram capturados. Não houve oposição: estavam só, em França, os soldados mais velhos. Na madrugada seguinte, Filipe IV emitiu um comunicado no qual sugeria que o Papa concordava com a morte dos Templários. Enfurecido, o Papa enviou dois cardeais para repreender o rei e os cardeais regressaram com um negócio nas mãos: a Igreja ficava com uma parte dos bens dos Templários já confiscados pela Inquisição, mas o rei podia escolher o modo de os julgar. Decidiu condená-los de acordo com o direito canónico, o mais pesado. E, nas mãos do Papa Clemente V, eles foram acusados de sacrilégio à cruz, heresia, sodomia e adoração a ídolos pagãos. A Inquisição, recorrendo a torturas cruéis, obteve as confissões que desejava. Durante a leitura das sentenças em Notre-Dame, condenaram alguns a prisão perpétua; os outros seriam queimados pelo fogo.
Todavia, o grão-mestre, antes de ser atirado à fogueira, lançou uma maldição sobre Filipe IV e Clemente V. «Deus sabe que nos condenaram ao umbral da morte com grande injustiça. Não tardará a vir uma enorme calamidade para aqueles que nos condenaram sem respeitar a justiça autêntica. Deus vai responsabilizar-se pelas represálias da nossa morte. Vou perecer com essa garantia», foram as últimas palavras proferidas por Jacques de Molay. E, de facto, concretizaram-se; um ano volvido, o rei morreu com um derrame cerebral e, pouco depois, o Papa também sucumbiu. O povo levou a sério a ameaça de Molay, que ecoou por todo o reino, e, desde então, qualquer sexta-feira 13 passou a ser vista com receio: o azar, nesse dia, podia bater à porta de qualquer um.
Embora o medo se espalhasse pelo mundo, a sexta-feira e o número 13 só ganharam verdadeira fama de azarados em meados do século XIX, quando os dois se terão unido como sendo o pior dia de azar. Esse medo foi ainda mais instigado já no século XX, com o lançamento do livro “Sexta-feira 13” por Nathaniel Lachenmeyer, que argumenta que a sexta-feira é um dia pouco afortunado e o número 13 está cheio de fantasmas.
Há outras versões acerca das origens da sexta-feira 13 e é difícil deslindar qual é a correcta; o que se sabe ao certo é que este dia está relacionado com maldições e assombrações. E é justamente em torno dele que se debruçam os textos literários incluídos nesta antologia. Que contêm estórias verdadeiramente assombrosas, recheadas de mitos e superstições, ambientadas numa sexta-feira 13, tendo sido redigidas por 32 autores lusófonos. E que vão proporcionar, seguramente, boas leituras.

Isidro Sousa




02 julho, 2017

AMARGO AMARGAR - O MEU PRIMEIRO LIVRO - JÁ ESTÁ NA LIVRARIA EUEDITO - SÍNTESE DA OBRA



As protagonistas deste livro entregam o corpo e a alma ao amor. Porque amar não é pecar. Mas pode ter um sabor a fel... A aristocrata Manuela Valente adoece consumida pelo remorso, após atentar contra a vida da rival. A sofrida Beatriz torna a entregar-se ao amor quando conhece um homem bondoso, porém, misterioso. A camponesa Celina Santos julga-se abandonada pelo namorado rico pouco antes de descobrir que alberga no ventre a semente desse amor. A estudante Helena Reis assume uma atitude surpreendente para restituir a saúde do seu amado. A recatada Matilde, viúva de dois homens que amara em simultâneo, desvenda a sua verdadeira natureza quando é vítima de um assalto. A solitária Eulália Belmonte torna a enviuvar no momento em que surpreende o marido numa situação assaz comprometedora com a sua própria mãe.

Eis a trajectória de seis mulheres... Mulheres que amam. Mulheres que sofrem. Mulheres que amargam amargamente o cálice do sofrimento.

Isidro Sousa nasceu em 1973, numa aldeia remota das Terras do Demo, e vive em Lisboa. Jornalista desde 1996, fundou, dirigiu e editou revistas, jornais e guias turísticos, colaborou com diversas editoras, participou em duas dezenas de obras colectivas, foi distinguido num concurso literário e organiza todos os projectos da Colecção Sui Generis, que criou em finais de 2015. «Amargo Amargar» é o seu primeiro livro.


AMARGO AMARGAR
Autor: Isidro Sousa
Edições Sui Generis

ISBN: 978-989-8856-08-1
Depósito Legal: 418611/16



Livro à venda na livraria online da Euedito.

Pode ser adquirido directamente à Sui Generis,
através do email abaixo indicado.

Páginas iniciais disponíveis para leitura. Neste link:



EDIÇÕES SUI GENERIS
> Página: https://issuu.com/sui.generis
> Livraria: www.euedito.com/suigeneris
> Blogue 1: http://letras-suigeneris.blogspot.pt/
> Blogue 2: http://isidelirios.blogspot.pt/
> Email: letras.suigeneris@gmail.com

SG MAG | REVISTA LITERÁRIA
> Página: https://issuu.com/sg.mag


01 julho, 2017

FILHOS DE UM DEUS MENOR - REGULAMENTO



FILHOS DE UM DEUS MENOR
 Antologia de Contos Literários
Preconceitos e Discriminações
Organização: Isidro Sousa
Colecção Sui Generis


«Filhos de Um Deus Menor» é um projecto literário que visa seleccionar textos inéditos subordinados ao tema do Preconceito e das mais variadas Discriminações para publicá-los sob a forma de um livro... uma Antologia de Contos sobre os filhos de todas as discriminações integrada na Colecção Sui Generis, dirigida por Isidro Sousa, a ser editada com a chancela Euedito.

A discriminação é a conduta de transgredir os preceitos legais de uma pessoa, baseando-se num raciocínio sem o conhecimento adequado sobre a matéria, tornando-o injusto e infundado. E pode ocorrer em diversos contextos, porém, o contexto mais comum é o social, através da discriminação social, cultural, étnica, política, religiosa, sexual ou etária, que podem, por sua vez, levar à exclusão social.

E são imensos os Filhos da Discriminação... pessoas que sofrem qualquer tipo de preconceito ou são discriminadas por alguma razão. Eis alguns exemplos destes Filhos de Um Deus Menor: pobres, sem-abrigo, desempregados, órfãos, surdos, mudos, invisuais, imigrantes, refugiados, idosos, gordos, anorécticos, homossexuais, bissexuais, transexuais, negros, asiáticos, mestiços, índios, ciganos, povos indígenas, aleijados, deficientes físicos ou motores, analfabetos, incultos, feios, prostitutas, pessoas com profissões não desejadas (recolha de lixo, por exemplo), portadores de diversas patologias (paralisia cerebral, seropositivos, etc.), portadores de deficiências mentais, desempregados, prisioneiros, ex-presidiários, sobredotados, dependentes de álcool ou de drogas, jogadores compulsivos, famílias monoparentais (mães solteiras, por exemplo), diversas minorias: sexuais, étnicas, religiosas...

O organizador/coordenador convida os Autores Lusófonos que se interessam por este tema a submeterem os seus textos – sobre qualquer um destes Filhos de Um Deus Menor – ao processo de selecção para esta nova Antologia Sui Generis.

Todos os Autores são bem-vindos, incluindo aqueles que escrevem para a gaveta e nunca ousaram publicar... Eis a oportunidade da vossa estreia literária numa grandiosa obra colectiva!!!...


Participem!... Surpreendam-nos!


Leiam o Regulamento e não hesitem em contactar o Coordenador para dissipar qualquer dúvida que porventura possa existir. E bom trabalho!


   

REGULAMENTO | CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO

1.    «Filhos de Um Deus Menor» é um projecto literário integrado na Colecção Sui Generis, organizado e coordenado por Isidro Sousa, que visa seleccionar textos inéditos, escritos na Língua Portuguesa, de Autores Lusófonos que residam em qualquer parte do Mundo, independentemente das suas raças, crenças, orientações sexuais e identidades de género, para serem publicados num livro. Só se aceitam participações que obedeçam a este Regulamento. A utilização do Acordo Ortográfico é facultativa.

2.    Cada Autor pode apresentar 1 (um) texto em Prosa, sob a forma de Conto, com o mínimo de 1 (uma) e o máximo de 6 (seis) páginas A4 – se preferir, pode apresentar duas ou três estórias diferentes, ou independentes umas das outras, desde que a totalidade das mesmas não exceda 6 páginas A4. Os textos (revisados pelos Autores) devem ser digitados no Word, Times New Roman, letra tamanho 12, espaçamento simples entre linhas e parágrafos. Os ficheiros não devem conter nenhum outro tipo de formatação. Rejeitam-se formatos de apresentação que sejam diferentes do Word.

3.    Os Contos Literários a serem apresentados devem obedecer à temática das Discriminações (qualquer tipo de discriminação) e conter, como ingredientes preferenciais, qualquer item sugerido no texto introdutório deste Regulamento, ficando o desenvolvimento dos mesmos (drama, comédia, aventura, terror, policial, tragédia, teatro, etc) ao critério dos Autores.

4.    Os textos devem ter títulos próprios (diferentes do nome da Antologia) e ser enviados para o email letras.suigeneris@gmail.com, com a referência «FILHOS DE UM DEUS MENOR» na linha de assunto, até ao dia 31 de Agosto de 2017. Os Autores podem assinar os textos com Nome ou Pseudónimo – devem expressar claramente, logo após o título, qual deles e como assinará. Além disso, devem declarar no corpo do email que aceitam as condições do Regulamento (caso contrário, as participações serão desconsideradas) e enviar uma nota biográfica, até 10 linhas, para nosso conhecimento, uma fotografia para fins promocionais, endereço de email e contacto telefónico. O Organizador reformulará as notas biográficas (para um apêndice no qual constarão os Autores por ordem alfabética) e ignorará qualquer informação de carácter pessoal que as mesmas possam conter (dados pessoais, nomes de familiares, etc); privilegiar-se-á somente, para efeitos de publicação, descrições, gostos ou hobbies do Autor, ano e local de nascimento, localidade onde reside e respectiva obra (participações em projectos colectivos, livros individuais, distinções, trabalhos jornalísticos, etc).

5.    A selecção dos textos será efectuada pelo Organizador e o resultado da selecção será divulgado num prazo máximo de trinta dias, após a data limite para recepção dos trabalhos. Todos os passos efectuados na produção desta obra colectiva (ou eventuais alterações ao Regulamento) serão sempre comunicados aos Autores intervenientes.
 
6.    Não existe taxa de inscrição. Porém, os Autores seleccionados que cumpram o Ponto 2 deste Regulamento devem adquirir 2 (dois) exemplares da obra finalizada à Sui Generis e expressar claramente esta intenção no corpo do email – caso contrário, desconsiderar-se-á a submissão do texto.

7.    O PVP (preço de venda ao público) da Antologia será definido após a selecção de textos e paginação do livro, tendo em conta o número de páginas da obra a ser editada. Autores participantes podem adquirir quantos exemplares pretenderem, sempre com desconto de 10% sobre o PVP (podendo variar entre 14 e 16 euros cada exemplar), desde que os mesmos sejam adquiridos directamente à Sui Generis.

8.    O pagamento dos livros será efectuado, por Transferência Bancária (Paypal, Western Union ou Vale Postal Internacional – vulgo Boleto – no caso de Autores que residam fora de Portugal), num prazo máximo de 2 semanas após a divulgação dos textos seleccionados (indicaremos os dados necessários, por email, a cada um) e os Autores devem enviar à Coordenação um comprovativo de pagamento para que o mesmo seja validado. Os exemplares adquiridos serão entregues durante a sessão de lançamento da obra finalizada e enviados por CTT, após essa data, num prazo de trinta dias (podendo ser enviados antes), a quem não estiver presente no evento – aos envios por correio acrescem as despesas dos Correios.

9.    A não liquidação dos respectivos exemplares no prazo estipulado pode comprometer a edição da obra. Este incumprimento, caso se verifique, implica a exclusão imediata da participação do Autor neste projecto, salvo situações excepcionais previamente justificadas. Com essa exclusão, o Autor fica inibido de participar em qualquer outro projecto promovido pela Sui Generis, ou que esteja de algum modo associado à mesma.

10. O envio de um texto para o email indicado no Ponto 4 implica (automaticamente) a aceitação de todas as normas deste Regulamento e a autorização dos direitos de publicação na antologia «Filhos de Um Deus Menor», sem qualquer outra contrapartida além do desconto de 10% nos exemplares adquiridos pelos Autores desta obra colectiva. A cedência de publicação será confirmada com a Transacção Bancária, do valor correspondente à aquisição dos livros, para o IBAN que será posteriormente facultado (ou para a conta Paypal) – não havendo, desse modo, necessidade de preencher qualquer documento formal, excepto a declaração no email (referida no Ponto 4) atestando que aceitam as condições do Regulamento.

11. «Filhos de Um Deus Menor» é uma Antologia Sui Generis, integrada na Colecção Sui Generis, que será publicada com a chancela Euedito. As Edições Sui Generis e a Editora Euedito não reservam a exclusividade ou os direitos dos trabalhos editados. Após o lançamento do livro, cada Autor pode utilizar livremente os seus textos noutras publicações que considere pertinentes.

12. Se porventura se verificar algum tipo de infracção na originalidade, autenticidade e autoria de um texto apresentado, será da exclusiva responsabilidade do respectivo Autor, ficando o Organizador e a Editora isentos de qualquer responsabilidade legal sobre a infracção cometida – nesse caso, o Autor em questão responderá perante a Lei por plágio, cópia indevida ou outro crime relacionado com direitos de autor.

13. Recomenda-se que os Autores adiram ao grupo «Antologias SG» no Facebook, através do qual o Organizador se manterá em contacto permanente com todos os participantes. Os Autores podem também seguir o Blogue e a Página abaixo indicada. Para esclarecimento de dúvidas ou informações adicionais, devem contactar por email.


Desde já, estão convidados a participar nesta nova Antologia Sui Generis.
Esperamos as vossas tramas… as vossas estórias sobre os Filhos das Discriminações. Surpreendam-nos! Sejam bem-vindos... e bom trabalho!


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FILHOS DE UM DEUS MENOR
Uma antologia Sui Generis com a chancela Euedito
Colecção Sui Generis | Organização e Coordenação: Isidro Sousa

Email – letras.suigeneris@gmail.com
Letras Sui Generis – https://www.facebook.com/letras.suigeneris 
Edições Sui Generis – http://letras-suigeneris.blogspot.pt


Para mais informações sobre as Edições Sui Generis, quer para adquirir livros como para submeter participações, contacte através do email:
letras.suigeneris@gmail.com