13 outubro, 2017

E PORQUE HOJE É SEXTA-FEIRA DIA 13... EXCELENTE DIA PARA LER OU RELER UM BELÍSSIMO LIVRO DE 32 CONTOS ASSOMBROSOS: «SEXTA-FEIRA 13»!


E porque hoje é sexta-feira 13... Excelente dia para ler ou reler (ou encomendar) um belíssimo livro de 32 Contos Assombrosos, recheados de mitos e superstições:


SEXTA-FEIRA 13
Uma edição Sui Generis


Síntese da Obra:

«Certos dias são compreendidos como impregnados de algum tipo de infortúnio ou má sorte. O encontro do dia 13 com a sexta-feira é repleto de lendas e crendices que deixam os mais supersticiosos de cabelos em pé. Em redor do número 13 existem sombras enraizadas em várias culturas: estavam presentes 13 pessoas na Última Ceia, o capítulo 13 do Apocalipse assume que o número da Besta é o 666, a Cabala enumera 13 espíritos malignos e Loki, deus da discórdia na mitologia nórdica, surge como o 13º convidado. A sexta-feira tem igualmente conotações obscuras: Jesus foi crucificado numa sexta-feira, estudiosos da Bíblia crêem que Eva ofereceu a maçã a Adão ao sexto dia da semana, Caim terá morto Abel numa sexta-feira e o Templo de Salomão foi destruído, também, nesse dia. De facto, o número 13 está associado a uma série de mitos, lendas, curiosidades e superstições, e se conjugado com o dia da semana de azar (sexta-feira) tem-se, pela tradição, o mais azarado dos dias: sexta-feira 13. Que terá origem num evento de má memória, em 13 de Outubro de 1307 (sexta-feira), quando Filipe IV de França declarou ilegal a Ordem dos Templários e perseguiu os seus membros, executando alguns deles por heresia. Há outras versões acerca da origem da sexta-feira 13 e é difícil deslindar qual é a correcta; o que se sabe é que essa data permanece relacionada com maldições e assombrações. É em torno desse dia que se debruçam os 32 textos incluídos nesta antologia, Sexta-Feira 13, recheados de mitos e superstições – estórias verdadeiramente assombrosas, ambientadas numa sexta-feira dia 13, redigidas por 32 autores lusófonos.»


Organização e Coordenação: Isidro Sousa. Autores: Ademir Pascale, Akira Sam, Ana Paula Barbosa, Angelina Violante, Boriska Petrovna, Carlos Arinto, Carmine Calicchio, Everton Medeiros, Fernanda Kruz, Fernando Magalhães, Florizandra Porto, Guadalupe Navarro, Hélio Sena, Isidro Sousa, Jonnata Henrique, José Teixeira, Júlio Gomes, Manuel Amaro Mendonça, Marcella Reis, Márcio Rafael Lopes, Marizeth Maria Pereira, Paula Homem, Ricardo de Lohem, Ricardo Solano, Rosa Marques, Sandra Boveto, Sara Timóteo, Sertorius, Stephanie Donnovan, Suzete Fraga, Teresa Faria, Wesley Pio.




Título: SEXTA-FEIRA 13
Subtítulo: ANTOLOGIA DE CONTOS ASSOMBROSOS
Organização: ISIDRO SOUSA
Autores: 32 AUTORES
Colecção Sui Generis
Editora Euedito


ISBN: 978-989-8856-40-1
Depósito Legal: 425237/17
Páginas: 270 páginas


EDIÇÕES SUI GENERIS
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10 outubro, 2017

AMARGO AMARGAR - JÁ IMPRESSO - DISPONÍVEL NA LIVRARIA ONLINE EUEDITO E ENVIADO PARA OUTRAS PLATAFORMAS DE DISTRIBUIÇÃO DIGITAL



AMARGO AMARGAR
Finalmente, impresso!


Já tenho disponíveis alguns exemplares do meu livro «Amargo Amargar» (que inclui seis contos – ou mininovelas – ao longo de 170 páginas), como se pode ver na foto que ilustra este post. Eis um excerto do Prefácio:

“Prefaciar «Amargo Amargar» é, portanto, uma tarefa hercúlea que me deixa estarrecida e petrificada. Da sua leitura já não posso dizer o mesmo... foi um deleite para a vista e para a alma! Fui abalroada com um cuidado extremo na escolha das palavras, um vocabulário rico e diversificado, enredos alucinantes e um incansável trabalho de pesquisa. Como se não bastasse, com esta obra o autor proporciona ao leitor ingressos para cenários distintos, descritos com uma mestria capaz de atordoar o maior descrente.
Ao ler «A Angústia de Manuela» e «O Casamento de Eulália» tem como destino um plano de ação ambientado no início do século XX, convertendo-se, indubitavelmente, num intruso viciado nos usos e costumes da época, nos palacetes, bailes, casamentos e até nos momentos políticos mais conturbados da nossa História, muito bem corroborados com referências ao Regicídio e às revoltas entre monárquicos e republicanos.
Para os restantes contos o autor recorreu à memória dos seus tempos de meninice e adolescência. Muitos plantaram e arrancaram batatas, ceifaram feno e centeio, colheram e desfolharam milho, cavaram terra, enterraram os pés descalços na água enquanto regavam hortas, batatais e morangais, muitos guardaram cabras e ovelhas nas encostas serris, como o Isidro, mas poucos descrevem a beleza bucólica de forma tão sentida e avassaladora. As narrações pormenorizadas fazem acreditar numa Serra Mourisca verídica e querer visitar as suas imediações: Vila Rica, o Rio Luzio, a Quinta do Mocho, a Igreja Matriz de Vila Rica ou o Parque Arqueológico da Mourisca.
“Deus não é ciumento, pois não?” é uma questão que surge em «O Dilema de Beatriz». Ela, uma rocha lapidada na forja madrasta da vida, “sentiu vontade de vomitar o seu infortúnio numa raiva incontrolada...” porque “Até as rochas mais duras agradecem a suave carícia do mar.” Relatos quase fotográficos dão a conhecer o plano arquitetónico da Igreja Matriz de Vila Rica. É neste cenário religioso que: “Um longo silêncio tumular imperava na sua mente absorta em pensamentos que se emaranhavam entre o bem e o mal...”
E se com estes excertos a curiosidade já fervilha freneticamente, espere para ler as peripécias em que a pobre viúva Matilde andou metida em «O Susto de Matilde». Mas, antes disso, assista ao romance que tem tanto de arrebatador como de surpreendente. Imperdível o final de João Carlos que “Desfrutou de todas, mas não amou uma única, e nenhuma decerto o amou...” Terá o sentimento que Celina nutria por este jovem aspirante a médico outro nome que não amor? E será mesmo verdade que este jovem não amou uma única mulher? Descubra a resposta em «A Emoção de Celina».
Por esta altura, o coração palpitará, sem dúvida, descompassado com tantas emoções, mas terá de manter-se forte para descobrir o fado de Matias. O cenário agridoce, vou chamar-lhe assim, mexe com o espírito de quem vivencia esta história apaixonante entre Helena e Matias. Inicialmente, reina o silêncio sepulcral, típico dos cemitérios, apenas interrompido pelo piar duma coruja. Depois, com o desenrolar da trama, a morbidez tumular vai desaparecendo para dar lugar a ambientes idílicos e refrescantes. É este conto «Os Olhos de Helena» que o vai fazer implorar por um feitiço que transforme a ficção em realidade, tal é o utopismo empregue.

Poderia romper o teclado com infinitas apreciações sobre este «Amargo Amargar». Ou deixar no ar mais pistas sobre os enredos de «A Angústia de Manuela» ou «O Casamento de Eulália» (distinguido com o segundo prémio no 5º Concurso Literário da Papel D’Arroz), no entanto, esta é uma leitura que peca por tardia; não me parece justo privar os leitores desta obra maravilhosa com mais delongas.»

(Excerto do Prefácio de Suzete Fraga)


Amargo Amargar. Eis a trajectória de seis mulheres...
Mulheres que amam. Mulheres que sofrem.
Mulheres que amargam amargamente o cálice do sofrimento.


AMARGO AMARGAR
Autor: Isidro Sousa
Edições Sui Generis

ISBN: 978-989-8856-08-1
Depósito Legal: 418611/16
Páginas: 170 páginas
PVP: 14,90 euros

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Pedidos através do email letras.suigeneris@gmail.com ou por mensagem privada. Oferta dos portes de envio em todas as encomendas, inclusive para o Brasil. Pode ser enviado Contra-Reembolso (à cobrança no destino) para moradas portuguesas – neste caso, acrescem 5,00 euros para despesas do correio.

Pode ser também adquirido directamente na livraria online da Euedito.



06 outubro, 2017

FÚRIA DE VIVER - SÍNTESE DA OBRA



FÚRIA DE VIVER
Uma edição Sui Generis


«Viver é a coisa mais rara do mundo.
A maioria das pessoas apenas existe.»
(Oscar Wilde)


Esta obra colectiva reúne textos em diversos géneros literários (contos, crónicas, cartas, reflexões, poemas, prosa poética e outros), de 56 autores lusófonos, que fazem um verdadeiro Hino à Vida. Lançado o desafio a quem desejasse participar, sob o lema “Celebrar a Vida!”, neste hino literário, o resultado global reflecte-se num «Fúria de Viver» bastante vasto e abrangente, cujas páginas, recheadas das mais variadas sensibilidades, apresentam uma grande pluralidade de estilos e graus culturais, vislumbrando-se uma “fúria de viver” em cada texto porque se gosta realmente de viver, ou podendo existir essa mesma “fúria de vida” devido a outras razões, por vezes menos felizes... como numa situação de enfermidade em que o seu portador, de algum modo, se agarre furiosamente à vida visando manter-se vivo.


Título: FÚRIA DE VIVER
Subtítulo: UM HINO À VIDA
Organização: ISIDRO SOUSA
Autores: 56 AUTORES
Colecção Sui Generis
Editora Euedito


AUTORES:

Adelina Antunes
Adriano Ferris
Airton Parra Sobreira
Aldir Donizeti Vieira
Amélia Luz
Amélia M. Henriques
Ana Campos
Ana Horta
Ana Maria Dias
Anderson Furtado
Ângela Caboz
Angelina Violante
Beco da Preta
Carla Santos Ramada
Carlos Arinto
Daniel Vicente
Deise Zandoná Flores
Diamantino Bártolo
Ernesto Moamba
Estêvão de Sousa
Everton Medeiros
Graça Alves
Guadalupe Navarro
Isaac Soares de Souza
Isabel Martins
Isidro Sousa
Ivan de Oliveira Melo
Joaquim Matias
Jonnata Henrique
Jorge Manuel Ramos
José Lopes
Júlio Gomes
Lia Molina
Lucinda Maria
Luís Cardoso
Madalena Cordeiro
Maria Alcina Adriano
Marizeth Maria Pereira
Nardélio F. Luz
Neca Machado
Nicol Peceli
Paulo Galheto Miguel
Pedras Nuas
Rafa Goudard
Renata Loyolla
Roger Gonçalves
Rosa Marques
Roseni Gentilin Pintinha
Sandra Boveto
Sara Timóteo
Sténio Cláudio Afénix
Suzete Fraga
Tânia Tonelli
Tayná Messi
Tereza Santos Farias
Tiago Gonçalves


ISBN: 978-989-8856-57-9
Depósito Legal: 429166/17
Páginas: 214 páginas


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